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CONEXO CHINA
Rodrigo Luis reside em Shenzhen desde 2005. O empresrio fluente em mandarim e detalha nesta coluna tudo o que envolve a vida de um brasileiro na China.
 
 
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postado em 27/10/2017 21h42
Pequim iniciar fase de testes da sua primeira linha de trem movida por levitao magntica
(Foto: Xinhua/Zhang Chenlin)

A cidade de Pequim iniciará a fase de testes da sua primeira linha de trem de baixa e média velocidade movida por levitação magnética no fim deste ano. O intuito é diminuir o trânsito na região oeste da capital da China.

A linha S1, que possui 10,2km de extensão, conectará os distritos suburbanos de Mentougou e Shijingshan, e poderá transportar 160 mil pessoas por dia com uma capacidade de mil passageiros por trem de seis vagões.

(Foto: Xinhua/Zhang Chenlin)

De acordo com o diretor-geral da Corporação Maglev de Pequim, Wang Ping, oito estações, todas elevadas, foram construídas para uma velocidade máxima de 100km/h.

A levitação magnética move os trens sem tocar o chão pois a linha elimina a vibração e fricção entre rodas e pistas. As linhas e o eletromagnetismo formam um circuito magnético fechado sem vazamento do campo magnético para o ambiente externo.

(Foto: Xinhua/Zhang Chenlin)

A China tornou-se um dos primeiros países do mundo a dominar essa tecnologia após a primeira linha de levitação magnética de média-baixa velocidade entrar em operação em maio de 2016 em Changsha, capital provincial de Hunan.

Já Shanghai implementou o primeiro sistema comercial de levitação magnética do mundo, que corre entre o distrito central de negócios e o aeroporto de Pudong. Fabricado na Alemanha, o sistema de levitação magnética entrou em operação na cidade em 31 de dezembro de 2002.


(Fotos: Xinhua/Zhang Chenlin)

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postado em 20/10/2017 19h55
Viagens de trem na China so facilitadas por robs
(Foto: Divulgação)

A China Railway Corporation, que opera o transporte de passageiros nos trens da China, inaugurou uma série de novos serviços e instalações para tornar a experiência  dos serviços ferroviários mais agradável.

Compra de ingressos online, pagamentos através de celulares, reconhecimento facial para entrar em uma estação, pedidos de alimentos à bordo e até robôs foram implementados para satisfazer diversas necessidades. Os robôs, por exemplo, foram adicionados em várias grandes estações para responderem perguntas dos passageiros e fornecer entretenimento.

“Os robôs respondem dúvidas de passageiros sobre como comprar ingressos, como mudar uma data ou encontrar restaurantes ou um estacionamento nas proximidades. Eles são divertidos e deixam a espera por um trem menos chata”, explica Li Yang, membro da equipe da Estação Ferroviária de Jinan West, na província de Shandong.

(Foto: Divulgação)

Outra grande novidade é permitir que passageiros em alguns trens bala peçam online comida de restaurantes e a receba em seus assentos. O site e o aplicativo de reservas de bilhetes da China Railway Corp permitem aos usuários passar por estações selecionadas para receber refeições. Alguns restaurantes como o KFC são parceiros da China Railway Corporation.

Inicialmente, o serviço está disponível em 27 estações ferroviárias de alta velocidade em 24 cidades, principalmente capitais provinciais e grandes metrópoles, incluindo Xangai, Tianjin, Zhengzhou, Guangzhou e Nanjing.

De acordo com a China Railway Corporation, o movimento visa atender às demandas diversas e individualizadas dos passageiros através da introdução de mais marcas e restaurantes, diversificando opções de refeições e oferecendo serviços mais ricos.

(Foto: Divulgação)

“A nova tecnologia também enriquece as experiências de viagem dos passageiros. Na estação de trem de Lanzhou West, em Lanzhou, província de Gansu, um sistema de reconhecimento facial foi instalado em maio para permitir que os passageiros passem a verificação de segurança de forma mais eficiente”, conta Wang Jian, chefe da estação.

Um sistema de reconhecimento facial pode acelerar a verificação da identidade do passageiro, que foi feito anteriormente pelos membros da equipe da estação ferroviária que verificam os bilhetes de trem e os cartões de identidade. Agora, os passageiros digitalizam seus bilhetes e cartões de identificação na máquina de reconhecimento facial. Quando os passageiros fazem a varredura, uma câmera instalada na máquina irá capturar imagens faciais. Se a imagem corresponder ao cartão de identificação e ao ticket, o portão é aberto automaticamente para permitir a entrada.

Várias grandes estações de trem lançaram sistemas de reconhecimento facial, incluindo Guangzhou, Pequim e Changsha. A Estação Ferroviária Pequim West foi uma das primeiras a ter.

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postado em 11/10/2017 19h51
Energia solar a que mais cresce no mundo e China impulsiona sucesso
Maior prédio comercial movido a energia solar do mundo fica na China (Foto: Divulgação)

Pela primeira vez na história, a energia solar superou o crescimento de todas as outras fontes de geração, incluindo o poluente carvão. Tudo graças à China, que segundo a última análise sobre o mercado de energia renovável realizada pela Agência Internacional de Energia (AIE), representa quase metade da expansão global.

Em 2016, a nova capacidade de geração de energia solar aumentou 50% em todo o mundo. Além disso, de acordo com o relatório Renewables 2017, as energias renováveis representaram quase dois terços da nova capacidade de geração no planeta no ano passado. O número representa quase 165 gigawatts (GW).

A expectativa da Agência Internacional de Energia é que as renováveis deverão aumentar a capacidade em 43% até 2022, sendo que China, Estados Unidos e Índia representarão dois terços da expansão renovável global nos próximos cinco anos.

China é o maior produtor de energia solar do mundo em capacidade (Foto: Divulgação)

O crescimento esperado é de 1.000 GW até 2022, o que equivale a cerca de metade da atual capacidade global da geração a carvão, que levou 80 anos para ser construída. Estes dados podem representar uma nova era para a energia mundial já que a queda dos preços da energia solar e as políticas governamentais estão contribuindo para o sucesso desta fonte.

Aqui na China é comum vermos estabelecimentos movidos pela energia solar. Ao contrário, infelizmente, do que acontece quando vou ao Brasil. Mas a esperança é que este cenário mude e que o Brasil passe a utilizar cada vez mais esta fonte renovável.

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postado em 06/10/2017 20h29
Cdulas e moedas so coisas do passado na China
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postado em 28/09/2017 10h33
China tenta reduzir atropelamentos usando faixas de pedestre em 3D
(Foto: Facebook/Vegamálun GÍH)

A China, segundo país do mundo em mortes no trânsito de acordo com números da Organização Mundial da Saúde (OMS), está usando faixas de pedestre em 3D para tentar reduzir atropelamentos.

De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, em Chengdu, a iniciativa já foi vistas na Índia, Geórgia e Islândia. Ainda não existem, no entanto, estudos que comprovem a eficácia das faixas de pedestre em 3D.

Aqui na China, onde o trânsito é caótico, a sensação é que os veículos estão mais cautelosos.

(Foto: Twitter/China Xinhua News)

Segundo levantamento feito pela OMS em 178 países em 2009, todos os anos aproximadamente 1,3 milhões de pessoas morrem vítimas da imprudência ao volante. Dos sobreviventes, cerca de 50 milhões vivem com sequelas. O trânsito é a nona maior causa de mortes do planeta.

Para se ter uma ideia do perigo, os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. O custo é de cerca de de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030. Assim, o número passaria para a quinta maior causa de mortalidade do planeta.

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postado em 15/09/2017 22h26
Saiba por que Shenzhen considerada a cidade mais rica e descontrada da China
(Foto: Divulgação)

Em 1979, Shenzhen era apenas uma pacata vila com cerca de 30 mil habitantes que ficava em toda a fronteira de Hong Kong. Hoje, a cidade da província de Guangdong tem uma população com mais de 11 milhões de pessoas impulsionada por trabalhadores que fazem de tudo o que você possa imaginar. Moro aqui desde 2009 e a cada dia me surpreendo com esta cidade que foi designada como a primeira “Zona Econômica Especial da China”. Tudo porque o governo chinês transformou Shenzhen em um experimento para aumentar o capitalismo.

Não à toa a antiga pacata vila hoje é a cidade mais rica da China, com preços imobiliários que em 2016 superaram os da capital Pequim e de Xangai. Um turista que chega à Shenzhen pela primeira vez se surpreende ao não encontrar fábricas cinzas, mas belíssimos museus, grandes mercados tecnológicos, cervejarias e bares elegantes.

Não sou descendente de orientais, mas decidi abrir minha empresa, a Winpoint Technology, em Shenzhen. No ano de 2002 iniciei minha carreira profissional como comprador internacional e foi quando tive o primeiro contato com o mercado chinês. Em 2004 visitei a China pela primeira vez e fiquei fascinado. Então decidi que para obter sucesso no meu trabalho precisaria viver mais de perto essa realidade e mudei para China em definitivo em 2009. Antes disso morava no Brasil e viajava para a China de quatro a seis vezes por ano.

(Foto: Divulgação)

É maravilhoso passear pelos quiosques sem fim dos shoppings de Huaqiangbei, onde os empresários de tecnologia, hackers e fabricantes se reúnem. Lá você encontra todos os componentes eletrônicos e aparelhos imagináveis, apresentados como muitas especiarias em um bazar.

É importante destacar que o governo chinês está usando Shenzhen como uma vitrine para sua mudança de “Made in China” para “Designed in China” – um programa para colocar a China como um lugar que pode inventar, não apenas copiar e produzir em massa. Também para isto, foi inaugurado em outubro do ano passado o Design Society, um centro cultural de uso misto que hospeda exposições. Além disso serão abertas duas instituições independentes – uma dedicada à arte, a outra ao urbanismo – dentro de um espaço unificado.

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Aldeias na Cidade

Existe também a Cidade Velha de Nantou, uma das centenas de “chengzhongcun” que estão entre as características mais distintivas de Shenzhen. São literalmente “aldeias na cidade”, bairros densos que são o que resta das comunidades de pesca e comunidades agrícolas originais que costumavam espalhar o campo. Eles são caracterizados pelo comércio eclético de rua, em becos estreitos e edifícios de baixa elevação – estruturas construídas tão próximas que os vizinhos podem apertar as mãos pelas janelas. À noite, vendedores ambulantes vendem comida de rua a preços populares. O macarrão de cordeiro é um dos pratos e é uma delícia. O governo vê o “chengzhongcun” como uma praga, mas eles são defendidos por urbanistas.

A cidade que tem espaço verde, folhagem tropical crescendo em edifícios e relativamente pouca poluição do ar abrigou recentemente o Shenzhen Fashion Week. Como Shenzhen possui praias (reais e feitas pelo homem), uma das apresentadoras do evento de moda disse que estava se sentindo em Miami.

Vale lembrar que embora o governo tenha projetado Shenzhen, a cidade fica a quase 2.200km de distância da capital Pequim. Uma palavra que ouço muito por aqui é que esta distância torna a cidade mais descontraída. Não perca tempo e tenha experiências inesquecíveis em Shenzhen e em outras cidades da China. A Winpoint Technology oferece todo suporte necessário para empresários começarem a expandir seus horizontes aqui na China. Desde a recepção no aeroporto até o acompanhamento em visitas e passeios em geral.
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postado em 09/09/2017 15h58
Empresa chinesa compra o segundo maior porto de contineres do Brasil por R$ 2,9 bilhes
(Foto: Divulgação)

O conglomerado de operações portuárias China Merchants Port Holdings comprou 90% da TCP Participações S.A, empresa que opera o Terminal de Contêineres de Paranaguá, no Paraná, por US$ 920 milhões (R$ 2,9 bilhões).

O investimento no segundo maior porto de contêineres do Brasil, que fica a 300 quilômetros de São Paulo e responde por quase 10% do total de contêineres no país, marca a entrada de uma das maiores operadoras globais de terminais de contêineres em território brasileiro.

A China Merchants Port Holdings opera portos na China, Hong Kong, Sri Lanka, Djibouti e Estados Unidos. 

"A América Latina representa 13% do volume global de comércio de contêineres e a TCP é o segundo maior terminal de contêineres do Brasil. Os bons ativos portuários raramente são vendidos", destaca Corrine Png, diretor executivo da Crucial Perspective, empresa de pesquisa da indústria de transportes.

(Foto: Divulgação)

O acordo foi anunciado durante a visita do presidente Michel Temer à China para a cúpula do BRICS em Xiamen. "A China Merchants Port expandiu rapidamente a sua presença internacional e entende que a entrada na América Latina, especialmente no Brasil, é crucial para a expansão global de sua rede de terminais. O TCP não é apenas o marco fundamental da China Merchants para entrar no Brasil, mas o futuro para o crescimento do fluxo de commodities e bens entre o Brasil e a China", explicou Bai Jingtao, diretor-geral da empresa, em comunicado.

O porto de Paranaguá tem uma capacidade anual de 1,5 milhão de Teus (contêiner padrão de 20 pés), que deverá aumentar para 2,4 milhões de Teus por ano após a conclusão de seu plano de expansão que deverá terminar em 2019. Para se ter uma ideia, o porto de Hong Kong tem uma capacidade de mais de 20 milhões de Teus.

Segundo dados da Mergermarket, até o momento existem nove aquisições de empresas chinesas no setor de logística, com um valor combinado de US$ 39,2 bilhões.

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