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CONEXO CHINA
Rodrigo Luis reside em Shenzhen desde 2005. O empresrio fluente em mandarim e detalha nesta coluna tudo o que envolve a vida de um brasileiro na China.
 
 
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postado em 12/07/2018 17h12
Shenzhen a cidade com maior competitividade econmica da China
(Foto: Divulgação)

Um relatório divulgado em conjunto pela Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS) e o Economic Daily aponta que Shenzhen é a cidade com maior competitividade econômica da China.

Hong Kong, Xangai, Taipei, Guangzhou, Beijing, Tianjin, Suzhou, Nanjing and Wuhan completam o Top 10 do levantamento. 

O relatório, que avalia as cidades por força econômica, introdução de talentos e realocação industrial, mostrou que a reconstrução e integração industrial entre as cidades do país estão aumentando e, com isso, a China está acelerando.

Hong Kong ficou em primeiro lugar em termos de competitividade sustentável e competitividade sustentável, enquanto Shenzhen ficou em quarto e décimo lugar no quesito no relatório.

Em 1979, Shenzhen era apenas uma pacata vila com cerca de 30 mil habitantes que ficava em toda a fronteira de Hong Kong. Hoje, a cidade da província de Guangdong tem uma população com mais de 11 milhões de pessoas impulsionada por trabalhadores que fazem de tudo o que você possa imaginar. Moro aqui desde 2009 e a cada dia me surpreendo com esta cidade que foi designada como a primeira “Zona Econômica Especial da China”. Tudo porque o governo chinês transformou Shenzhen em um experimento para aumentar o capitalismo.

Não à toa a antiga pacata vila hoje é a cidade mais rica da China, com preços imobiliários que em 2016 superaram os da capital Pequim e de Xangai. Um turista que chega à Shenzhen pela primeira vez se surpreende ao não encontrar fábricas cinzas, mas belíssimos museus, grandes mercados tecnológicos, cervejarias e bares elegantes.

Não sou descendente de orientais, mas decidi abrir minha empresa, a Winpoint Technology, em Shenzhen. No ano de 2002 iniciei minha carreira profissional como comprador internacional e foi quando tive o primeiro contato com o mercado chinês. Em 2004 visitei a China pela primeira vez e fiquei fascinado. Então decidi que para obter sucesso no meu trabalho precisaria viver mais de perto essa realidade e mudei para China em definitivo em 2009. Antes disso morava no Brasil e viajava para a China de quatro a seis vezes por ano.
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postado em 05/07/2018 17h22
Show de luzes em prdios atrai multido em Shenzhen
(Foto: Divulgação)

Para marcar o 40º aniversário da reforma e abertura da China, a administração urbana de Shenzhen iniciou testes para realizar um show de luzes em 35 prédios e em cinco praças públicas da cidade. 

O problema é que uma multidão se formou após vídeos do show de luzes viralizarem entre os usuários do aplicativo WeChat, considerado o WhatsApp da China. O grande número de pessoas causou sérios problemas de congestionamento, superlotação e aumento do lixo na cidade.

(Foto: Divulgação)

A administração urbana de Shenzhen informou que ainda não terminou os testes, mas já foi possível ver que o espetáculo de luzes retrata a história da cidade nas últimas décadas.

O projeto de luz foi iniciado no início do ano em toda a metrópole e a população já pôde conferir espetáculos de luzes no Shenzhen Grand Theatre, Huaqiangbei Pedestrian Street e Shennan Boulevard. Até o final de agosto o projeto de iluminação no Shenzhen Houhai Center será concluído. 

(Foto: Divulgação)

Segundo funcionários da administração urbana, o show de luzes não será realizado todas as noites e irá evoluir através de três formas diferentes: o modo regular, modo de férias e modo de noite profunda.

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postado em 28/05/2018 21h39
Morador de rua na China passa a pedir esmola atravs de QR Code
(Foto: Reprodução)

As cédulas e moedas definitivamente são coisas do passado na China, que há 30 anos tinha uma economia predominantemente rural.

As plataformas digitais dominam o cotidiano da população e cédulas e moedas estão praticamente descartadas já que as pessoas que vivem nas principais cidades do país usam smartphones para pagar praticamente tudo. Até mesmo gorjetas para garçons e, pasmem, esmola para moradores de rua são transferidas através do QR Code, uma espécie de código de barras. 

(Foto: Reprodução)

No último dia 8 de maio, as estações de metrô de Shenzhen e de várias outras cidades começaram a permitir que os passageiros digitalizassem um QR Code para passar pelas catracas. Em média, cerca de 228 mil pessoas usaram a tecnologia por dia, anunciou o metrô de Shenzhen.

Por fazer com que as pessoas carreguem menos moedas e notas, o pagamento através do QR Code é mais seguro, rápido e fácil. Lembrando que o QR Code não oferece descontos no metrô chinês e basta os usuários baixarem um aplicativo para poder pagar suas passagens através da tecnologia. 

Vejam a passagem do metrô na tela do aplicativo no meu celular (Foto: Reprodução)

"Leva apenas 0,2 segundo para os passageiros pagarem via QR Code e isso aumenta muito a eficiência dos pilotos. Também é especialmente conveniente para os turistas", destaca Chen Junming, chefe da estação Window of the World, localizada em Shenzhen.

O WeChat nasceu como um aplicativo de mensagens assim como o WhatsApp, mas se transformou em um superaplicativo disponível em todos os momentos da vida dos chineses. Basicamente a pessoa pode procurar um serviço, contratá-lo, pagar por ele e recomendá-lo para os amigos sem nem mesmo sair do app. No Brasil, por exemplo, a pessoa precisaria de Google, telefone, cartão de crédito e Facebook, o que pode ser alcançado com apenas um aplicativo na China.

Assista ao vídeo gravado por Rodrigo Luis que explica como funciona o QR Code no metrô da China:

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Nada de memes na China! Pas refora represso contra pardias em vdeo
"Winnie the Pooh", nome original da animação Ursinho Pooh, foi censurado nas redes sociais após memes com o presidente Xi Jinping (Foto: Reprodução)

Algo muito comum no Brasil, os memes são censurados na China, principalmente se as paródias aparecerem em vídeos. Tanto é que a Administração Estatal de Imprensa, Publicação, Rádio, Cinema e Televisão do país divulgou uma nova diretriz que decreta: sites são proibidos de exibir vídeos que distorcem a literatura ou arte clássica, e vídeos que recortam ou regravam programas de rádio, TV e online.

Tudo porque, segundo o órgão, blogueiros produzem regularmente vídeos falsos, incluindo alguns que simulam a mídia estatal e eventos atuais. "Plataformas não deveriam permitir a divulgação de vídeos que foram editados para distorcer o significado original. Recentemente algumas produções online tiveram problemas muito importantes e tiveram um impacto imensamente ruim na sociedade", afirma nota da Administração Estatal de Imprensa, Publicação, Rádio, Cinema e Televisão da China.

É importante destacar que a internet é rigidamente controlada no país, mas usuários conseguem acessar redes sociais e sites usando algumas artimanhas. Em 2013, a mídia estatal informou que o governo empregou mais de dois milhões de pessoas para monitorar e censurar o conteúdo online.

Jornalistas estrangeiros dizem que o discurso público tem sido cada vez mais censurado desde que o presidente Xi Jinping chegou ao poder. No mês passado, frases como "Eu não concordo" e "regras constitucionais" também foram censuradas na plataforma chinesa Weibo após o Partido Comunista propor a remoção de uma cláusula na constituição que limitava a presidência a dois mandatos de cinco anos.

A mudança já foi aprovada pelo Congresso Nacional do Povo e efetivamente permite que Xi permaneça no poder por toda a vida.

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