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CONEXO CHINA
Rodrigo Luis reside em Shenzhen desde 2005. O empresrio fluente em mandarim e detalha nesta coluna tudo o que envolve a vida de um brasileiro na China.
 
 
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postado em 18/04/2017 16h33
Gigante chinesa DJI tem planos para expandir seu mercado de drones no Brasil
Drone Phatom 4 da chinesa DJI Innovations (Foto: Divulgação)

A fabricante de drones chinesa DJI Innovations, líder mundial no segmento com 70% do mercado, anunciou que pretende expandir seus negócios na América Latina.

A empresa situada em Shenzhen, no sul da China, muito conhecida pela linha de drones "Phantom", tem nos Estados Unidos e Ásia a sua maior parcela de vendas, em grande parte lideradas pelo segmento recreativo. Já na América Latina, a empresa aposta no segmento corporativo que já representa 97% das vendas de drones na região de acordo com o diretor regional da DJI na América Latina, Manuel Martinez.

Ele adiciona que os altos impostos no Brasil e demais países sul-americanos desencoraja cidadãos comuns em adquirir drones para entretenimento. Dessa forma, o foco da companhia são produtos desenvolvidos para empresas e governos que auxiliem em serviços como expedição, agricultura, segurança, dentre outros.

No Brasil, a DJI formou uma parceria estratégica com o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro onde tem oferecido treinamento para o uso de drones para situações como busca e resgate e também para detecção e combate de focos de mosquitos da dengue.

O uso de drones no país também já é realidade para alguns batalhões da PM, como o 15º BPM de Duque de Caxias no Rio de Janeiro, que conta com um drone para auxiliar nas operações de combate ao tráfico de drogas em locais de difícil acesso. As imagens aéreas capturadas pelo drone, inclusive à noite, orientam a polícia quanto ao posicionamento e movimentação, além de identificar esconderijos e tipo de armamentos utilizados pelos criminosos.

Outro setor que tem se beneficiado pelo uso de drones no país é a agricultura, que utiliza o equipamento para mapear e detectar problemas na lavoura. Para o setor, a DJI desenvolveu um equipamento capaz, inclusive, de auxiliar no processo de pulverização que se torna mais preciso e seguro.

Ainda carecendo de normas e regulamentação especificas no Brasil, o mercado de drones deve encontrar muitas barreiras para crescer no país. Grandes empresas como a DJI podem ser a chave para tornar mais comum e abrangente a presença de drones no Brasil. Aqui em Shenzhen é bastante comum ver pessoas utilizando drones diariamente, muitas vezes apenas pela diversão em filmar e tirar fotos aéreas, mas também para auxiliar nas mais diversas atividades comerciais. Sem dúvidas o mercado tem muito potencial e no Brasil não será diferente.

Veja também!

Chineses usam drone para acabar com o sedentarismo de tigres siberianos:

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postado em 11/04/2017 20h36
Maior feira de importao e exportao do mundo, Feira de Canto ter incio nesta semana
(Foto: Divulgação/Canton Fair)

O próximo sábado (15) marcará o início da 121ª edição da Feira de Cantão (ou Canton Fair), maior feira multissetorial de importação e exportação do mundo. Inaugurada em 1957, a feira acontece duas vezes ao ano na cidade de Guangzhou, no sul da China. Neste ano são esperados quase 200 mil compradores de todas as partes do mundo para visitar os 60 mil estandes espalhados por uma área útil de 1,1 milhão de metros quadrados do complexo da "Feira de Exportação e Importação da China".

O evento é uma iniciativa do Ministério do Comércio do Partido Comunista Chinês e do Governo Popular da Província de Guangdong, e é organizado pelo Centro Chinês de Comércio Internacional. Após quase 60 anos de desenvolvimento, a Feira de Cantão é hoje uma das mais importantes ferramentas para a promoção e expansão do comércio internacional chinês em todo o mundo. Até a 120ª edição do evento, o volume de exportação acumulado atingiu US$ 1,2 trilhão e o número de compradores internacionais que visitaram a feira já soma 7,8 milhões.

A Feira de Cantão é dividida em três fases, cada uma com cinco dias de duração e segmentos de negócios diferenciados. 


(Foto: Divulgação/Canton Fair)

Veja abaixo cada uma das fases:

Fase 1 (de 15 a 19 de abril): automóveis, autopeças, bicicletas, computadores e produtos de informática, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, equipamentos de som e iluminação, ferramentas, ferragens e hardware, máquinas e equipamentos pesados, materiais de construção e acabamento, motocicletas, pequenos maquinários, produtos químicos e utensílios para banheiro.

Fase 2 (de 23 a 27 de abril): artigos de decoração para o lar, artigos de higiene pessoal, brinquedos, móveis, relógios, óculos, presentes e brindes, produtos em cerâmica e vidro, produtos em rattan e em aço, e produtos para festas.

Fase 3 (de 1 a 5 de maio): acessórios de moda, alimentos, artigos de cama, mesa e banho, bolsas e malas, carpetes e tapeçarias, matéria-prima têxtil, material de escritório, moda íntima, pele e plumagem, produtos esportivos, roupas e artigos em couros, utensílios médicos e para curativos, vestuários masculino, feminino e infantil, e sapatos.

Estou na China desde 2005 e, como empresário, já participei de diversas edições da Feira de Cantão. Posso dizer que é, sem dúvidas, uma excelente oportunidade para encontrar novos produtos e fazer conexões importantes de negócios. 

(Foto: Divulgação/Canton Fair)

Segue algumas dicas para quem tem interesse em visitar o evento:

- É impossível visitar todos os complexos em um único dia, seja apenas olhando e andando pelos corredores.

- Nunca vista roupas pesadas e use sapatos ou tênis confortáveis.

- Tenha um objetivo senão você vai enlouquecer com tanta novidade.

- Não deixe de assistir aos shows no corredor central pois são realmente muito interessantes.

- Não deixe de tirar uma foto com o segurança ao lado das portas de entrada. Se você conseguir fazer ele sorrir, poderá ganhar um dinheiro como recompensa.

- Não espere pegar um táxi depois das 15h sem ao menos esperar uma hora.
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postado em 04/04/2017 18h51
Empresa chinesa Gezhouba planeja adquirir o Sistema So Loureno
(Foto: Reprodução/Youtube)

Depois da Chinesa State Grid adquirir 54,64% de participação acionária da paulista CPFL Energia em janeiro deste ano, agora a também chinesa Gezhouba (China Gezhouba Group Co Ltd, ou CGGC) planeja comprar 100% do Sistema Produtor São Lourenço (SPSL), sistema de captação, armazenamento e tratamento de água também no estado de São Paulo. O valor a ser pago pelo conglomerado chinês deverá atingir US$ 200 milhões.

O Sistema São Lourenço é o principal projeto da Sabesp para aumentar a oferta de água na Grande São Paulo e diminuir a dependência do Sistema Cantareira. O projeto foi iniciado em 2014 e deverá estar em funcionamento no ano que vem. O Sistema deverá atender 1,5 milhão de paulistas.

A CGGC planeja desde o ano passado comprar ativos de infraestrutura no Brasil através de concessões, parcerias e projetos de construção. De acordo com o gerente geral da CGGC no Brasil, Lucas Fan, o foco da empresa chinesa não é apenas energia renovável, eles também estão considerando expandir para outras áreas incluindo saneamento, logísticas, dentre outras.

A presença, cada vez maior, de empresas chinesas no mercado Brasileiro só tende a crescer. Fato que podemos creditar à crise econômica no país, que desvaloriza empresas locais, e também ao grande interessa de gigantes chinesas em expandir e investir em outros países.

Acredito que a relação econômica entre Brasil e China, já de suma importância para ambos os países, só tende a crescer. A presença dos chineses e sua influência em nosso cotidiano será cada vez maior. Cabe a nós, brasileiros, nos prepararmos para a demanda que virá e nos adaptarmos às mudanças.
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postado em 28/03/2017 18h51
Epidemia de gripe aviria assusta a China
(Foto: Divulgação)

Enquanto no Brasil as pessoas estão preocupadas com relação a carne comercializada no país após o escândalo da "Carne Fraca", problema citado na nossa coluna no dia 22 de março, aqui na China existe um diferente problema de saúde pública que afeta os derivados de aves e que tem causado muita preocupação entre a população e órgãos públicos: a Gripe Aviária, mais precisamente a Influenza A H7N9.

Esse tipo de vírus da gripe que circula entre a população de aves teve seu primeiro caso de infecção humana registrada na China em 2013 de maneira incomum, porém com elevado grau de letalidade ultrapassando 30% dos casos.

Chegamos em 2017 e a atual epidemia do vírus, que teve início em outubro passado, tem registrado números alarmantes de casos e gerado uma preocupação crescente quanto a possibilidade do vírus se alastrar ainda mais. Desde o começo do ano, 16 províncias chinesas registraram casos da doença e o número de mortes no país, em janeiro desse ano, foi o maior já registrado no mesmo mês, chegando a 79 vítimas, triplo do número registrado em dezembro.

Em 22 de fevereiro, em reunião executiva do Conselho de Estado, o primeiro-ministro chinês Li Keqiang requisitou medidas mais efetivas dos governos provinciais para monitorar e prevenir o contágio do vírus.

Na reunião foi decidido que mercados de aves vivas no país com casos de animais infectados devem ser fechados imediatamente tendo em vista que a principal forma de contagio humano é a exposição direta as aves infectadas. Também deverão ser implementados controles mais rigorosos de vigilância nas criações e transporte de aves.

Apesar da grande preocupação, Shu Yuelong, diretor do Centro Nacional para Influenza, diz não haver evidência que o vírus seja facilmente transmitido entre humanos. Dessa forma é pouco provável que haja uma epidemia de maior escala.

Em um país como a China, cuja população ultrapassa 1,3 bilhão de pessoas, qualquer possibilidade de uma epidemia, ainda mais de um vírus tão letal, é sempre uma questão bastante delicada. Moro em Shenzhen desde 2009 e vejo diariamente os chineses ao meu redor sempre muito preocupados, utilizando máscaras para evitar que simples resfriados sejam transmitidos para seus colegas.

Resta torcer para que o governo chinês continue adotando medidas de controle e prevenção efetivas e que o vírus não se torne ainda mais agressivo e contagioso.

Veja também! China, Egito e Chile voltam a importar carne brasileira:

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postado em 22/03/2017 04h00
"Carne Fraca" teve impacto negativo na China, mas boa relao entre pases deve atenuar situao
Hua Chunying, porta-voz do Ministério de Relações Internacionais da China (Foto: Divulgação)

O que mais se temia está acontecendo. Países de todo o mundo começaram a suspender a importação de carne do Brasil após a divulgação Operação Carne Fraca

A China, que no último ano foi responsável por quase um terço dos US$ 17,9 bilhões em exportações do segmento, decidiu suspender todas as importações de carne do Brasil como medida preventiva.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (21) pela porta-voz do Ministério de Relações Internacionais, Hua Chunying. Ela expressou a preocupação chinesa em relação a qualidade da carne brasileira, cobrou do governo brasileiro uma minuciosa investigação sobre o caso, pediu que os resultados sejam informados o quanto antes e que o Brasil adote medidas mais rígidas para garantir a segurança dos alimentos exportados para a China.

A porta-voz disse esperar que Brasil e China mantenham forte colaboração e coordenação para resolver o problema de maneira adequada de forma a manter saudável e estável o comércio entre os dois países.

Vale lembrar que, segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações brasileiras para a China alcançaram US$ 37,4 bilhões em 2016. Os Estados Unidos foram o segundo principal destino com US$ 23,2 bilhões.

Por ser o maior exportador mundial de carne bovina e de frango, é natural a grande repercussão internacional sobre o caso. E na China não é diferente. Caberá ao governo brasileiro demonstrar que a situação está sob controle e convencer seus compradores que não há riscos quanto à carne comercializada.

Fica a expectativa e esperança de que o caso não prejudique a imagem do Brasil no exterior, não apenas em relação ao comercio de carnes, mas também nas demais indústrias que possam ser afetadas com o rótulo de corrupção e perda de credibilidade.

Veja também! Brasileira dona de churrascaria em Paris mostra preocupação com "Carne Fraca":

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postado em 15/03/2017 05h00
China decreta "tolerncia zero" contra a corrupo
Cao Jianming é o procurador geral da Suprema Procuradoria Popular da China (Foto: Divulgação)

A preocupação quanto a corrupção é algo que a China tem levado muito a sério nos últimos anos. A postura de "tolerância zero" foi reforçada durante o discurso do procurador geral da Suprema Procuradoria Popular da China (SPP), Cao Jianming, no último domingo (12) em sessão anual do Congresso Popular Nacional na capital Pequim.

As ações de combate à corrupção atingem elevados oficiais do Governo e do Partido Comunista (CPC). De acordo com o procurador geral, somente no último ano, 48 ex-oficiais do alto escalão foram a julgamento e outros 21 foram colocados sob investigação por corrupção.

Dentre os 48 sentenciados, inclui-se o ex-vice-presidente do CPPCC (Comitê Público Nacional Consultivo Político), Ling Jihua, sentenciado à prisão perpétua por suborno, obtenção ilegal de segredos de estado e abuso de poder; e também Su Rong, ex-oficial de nível de estado também sentenciado à prisão perpétua por corrupção.

O Procurador Geral do SPP reportou que, nesse ano, a procuradoria irá focar em estabelecer mecanismos de coesão com a comissão supervisora e irá continuar tendo papel ativo no combate à corrupção. O foco da procuradoria será maior nas investigações de oficiais corruptos que abusam de seus cargos ao aceitar propinas, são eleitos através de subornos ou fazem trocas por posições nas suas funções de trabalho. Severas punições serão dadas àqueles que incitarem prevaricação e negligenciarem suas funções ou àqueles que aceitarem altos subornos. Cao Jianming também disse que serão adotadas medidas de prevenção à corrupção em áreas onde há programas de combate à pobreza.

O SPP reportou que, em 2016, foram investigados 47,650 oficiais de todos os níveis por ofensas às suas funções sendo 10,472 acusados por aceitar subornos, um aumento de 21,5% em relação à 2015.

Apesar de ser um povo nacionalista, acostumado a ser administrado por apenas um partido, fica claro que os chineses já não mais fecham os olhos para os problemas de corrupção outrora enraizados na política do país. O atual governo tem sido duro e transparente com os casos de corrupção e crimes políticos por aqui.

Vejo que, assim como no Brasil, os casos de corrupção têm gerado bastante repercussão, mesmo os chineses não sendo um povo que se mobiliza e vai às ruas. Contudo acredito que fica o exemplo chinês de rigidez e seriedade quanto ao combate e punição aos corruptos.

Imagina se a rigidez contra a corrupção fosse igual na China...
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postado em 09/03/2017 04h00
Especialista em marketing esportivo diz que Campeonato Chins ser a liga mais rica do futebol
Guangzhou Evergrande, treinado por Felipão, é um dos clubes mais ricos da China
(Foto: Divulgação/Guangzhou Evergrande)

Nesta semana, o especialista em marketing esportivo Andrew Georgiou, da Lagardere Sports and Entertainment, afirmou à agência "Reuters" que os times de futebol da China podem se tornar marcas líderes no mundo assim como Real Madrid, Barcelona, Manchester United... E ele foi além! Disse que o Campeonato Chinês (Chinese Super League) desafiará o Campeonato Inglês (Premier League) como a liga mais rica a atrativa do futebol mundial.

"Acredito que o Campeonato Chinês tem capacidade financeira para se tornar a maior liga do mundo. Acredito a Chinese Super League ultrapassará a Premier League em algum momento. A única parte que não sei é quanto tempo isso levará", disparou o australiano cuja empresa é parceira de mais de 100 times de futebol da Europa.

Um dado interessante divulgado pelo site "Transfermarkt" recentemente é que os 16 clubes do Campeonato Chinês gastaram o combinado de US$ 411 milhões durante a recente fechada janela de transferência chinesa. Tevez, por exemplo, se tornou o jogador de futebol mais bem pago do mundo ao se transferir do Boca Juniors para o Shanghai Shenhua.

Georgiou apontou como fator para essa mudança o rápido crescimento da classe média chinesa, que deve incluir 550 milhões pessoas até 2020 e que, até 2009, era de apenas 150 milhões.

"Então você tem um poder de investimento na China tão imenso que irá dominar. Na Europa temos 700 milhões de pessoas, porém temos 56 ligas. Na China há apenas uma liga. Logo você tem todo esse poder de investimento focado, nesse momento, em 16 times. A demanda na China para esse produto irá muito além do que as pessoas podem compreender hoje. Nosso negócio está a 25, 30 anos esperando por mudança, e nos últimos três ou quatro anos vimos mais mudanças acontecerem do que nos últimos 20", explicou o especialista em marketing esportivo.

"Acredito que estamos vendo apenas a ponta do iceberg do que está por vir. Isso continuará a acelerar e não acho que as pessoas compreendem completamente o impacto que teremos na economia do futebol mundial. Por que um time chinês não seria capaz de ser maior que qualquer outro time no mundo? O tempo é a única barreira aqui", finalizou Andrew Georgiou.

Moro em Shenzhen, mas realmente enxergo em toda a China um interesse cada vez maior pelo futebol. Resta esperar para ver se o especialista em marketing esportivo tinha razão ou não!
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postado em 24/02/2015 18h11
Jadson no Jiangsu Sainty? Confira outros brasileiros que atuam na China
Jadson foi decisivo para o Corinthians no clássico contra o São Paulo (Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians)

O Jiangsu Sainty aceitou pagar 5 milhões de euros (cerca de R$ 16,2 milhões) para contratar o meia Jadson, do Corinthians. Como o Timão é dono de 30% dos direitos do atleta, ficará com R$ 4,8 milhões se Jadson aceitar jogar no futebol chinês.

Craques como Diego Tardelli e Ricardo Goulart não resistiram às altas cifras oferecidas pelos orientais e jogarão a temporada 2015 da Chinese Super League (CSL).

Confira outros brasileiros que atuam na China:

Shandong Luneng

Cuca (técnico ex-Atlético-MG)
Diego Tardelli (atacante ex-Atlético-MG)
Aloísio (atacante ex-São Paulo)
Júnior Urso (volante ex-Coritiba)

Dalian Shide

Adriano 'Michael Jackson' (atacante ex-Palmeiras)

Shanghai Shenxin

Zé Love (atacante ex-Coritiba)

Hangzhou Greentown

Anselmo Ramon (centroavante ex-Cruzeiro)

Guangzhou Evergrande

Ricardo Goulart (meia ex-Cruzeiro)
Elkeson (meia ex-Botafogo)
Alan (atacante ex-Fluminense)
Renê Júnior (volante ex-Santos)

Renê Júnior, Elkeson, Alan e Ricardo Goulart (Foto: Divulgação/Guangzhou Evergrande)

Chongqing Lifan

Jajá (atacante ex-Flamengo)

Dalian Aerbin

Bruno Meneghel (meia ex-Vasco)

Jiangsu Sainty

Elias (atacante ex-Botafogo)

Tianjin Teda

Andrezinho (meia ex-Internacional)
Lucas Fonseca (zagueiro ex-Bahia)

Guizhou Renhe

Hyuri (atacante ex-Botafogo)

Shanghai Shenhua

Paulo Henrique (atacante ex-Palmeiras)

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postado em 17/02/2015 06h00
Ponte de vidro a 718 metros de altura quebra recorde na China
Uma ponte de vidro a 718 metros de altura está em fase final de construção na área cênica de Longgang, no município de Chongqing, no sudoeste da China. A estrutura transparente tem uma consola que se estende até 26,68 metros, cinco metros a mais que o Grand Canyon Skywalk, localizado nos Estados Unidos, antigo detentor do recorde.

A construção foi iniciada em março de 2014 e recebeu o investimento total de 35 milhões de yuans (mais de R$ 16 milhões). A previsão é que a ponte de vidro esteja aberta ao público em maio deste ano.

Confira fotos da incrível estrutura a 718 metros de altura:







(Fotos: Divulgação/CFP)
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postado em 10/02/2015 18h23
Cogumelo com mais de um metro de dimetro encontrado na China
Um cogumelo com mais de um metro de diâmetro está intrigando pessoas na China. Ele foi encontrado em Hezhou, cidade situada no nordeste da região autônoma de Guangxi, e pesa 7,45 quilos.

De acordo com Wei Fangning, gerente de uma loja de especialidades local, o cogumelo será vendido por um valor altíssimo. 

O ponto mais largo do cogumelo mede 107 centímetros de diâmetro.

Confira fotos:






(Fotos: Divulgação)
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