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CONEXO CHINA
Rodrigo Luis reside em Shenzhen desde 2005. O empresrio fluente em mandarim e detalha nesta coluna tudo o que envolve a vida de um brasileiro na China.
 
 
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postado em 11/12/2018 23h05
Hong Kong foi a cidade mais visitada do mundo em 2018, aponta relatrio
Show de luzes na noite de Hong Kong (Foto: Divulgação/Hong Kong)

Um relatório divulgado pela consultoria de mercado global Euromonitor International mostra que Hong Kong foi a cidade mais visitada do mundo em 2018. Bangkok, na Tailândia, aparece na segunda colocação da lista, seguida por Londres e Cingapura.

A estimativa do "Ranking Top City Destinations" da Euromonitor International é que Hong Kong termine o ano com 29.827.200 visitantes. As outras cidades chinesas entre as 10 primeiras são Macau e Shenzhen, com estimativa de 18.931.400 e 12.437.300 visitantes, respectivamente, em 2018.

Confira as 10 cidades mais visitadas do mundo em 2018 com base nas estimativas da Euromonitor International e compare com os números de 2017:

1-) Hong Kong, na China
29.827.200 visitantes em 2018 
27.880.300 visitantes em 2017

2-) Bangkok, na Tailândia

23.688.800 visitantes em 2018 
22.453.900 visitantes em 2017

3-) Londres, na Inglaterra

20.715.900 visitantes em 2018 
19.827.800 visitantes em 2017

4-) Cingapura, em Cingapura

18.551.200 visitantes em 2018 
17.618.800 visitantes em 2017

5-) Macau, na China

18.931.400 visitantes em 2018 
17.337.200 visitantes em 2017

6-) Paris, na França

16.863.500 visitantes em 2018 
15.834.200 visitantes em 2017

7-) Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

16.658.500 visitantes em 2018 
15.790.000 visitantes em 2017

8-) Nova York, nos Estados Unidos

13.500.000 visitantes em 2018 
13.100.000 visitantes em 2017

9-) Kuala Lumpur, na Malásia

13.434.000 visitantes em 2018 
12.843.500 visitantes em 2017

10-) Shenzhen, na China

12.437.300 visitantes em 2018 
12.075.100 visitantes em 2017
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postado em 07/12/2018 21h47
Cientistas chineses desenvolvem material bioativo para regenerao da pele
(Foto: Ilustração)

Pesquisadores da Universidade de Xi'an Jiaotong, na província de Shaanxi, noroeste da China, publicaram um estudo na revista ACS Nano que mostra um novo material biodegradável e bioativo que pode melhorar a cicatrização de feridas e a regeneração da pele.

O intuito é curar feridas na pele de pessoas que sofreram queimaduras, infecções microbianas severas e diabetes. As feridas crônicas aumentam a dor e os custos médicos dos pacientes. Existe, portanto, uma grande necessidade de materiais biomédicos que possam facilitar a cicatrização de feridas e capacidades anti-infecciosas eficientes.

Os cientistas projetaram uma espécie de material antibacteriano biomimético que pode facilitar a regeneração da pele. Ele tem elasticidade semelhante à da pele e boa biocompatibilidade, e pode ajudar a prevenir a infecção bacteriana multirresistente. 

Em experimentos conduzidos em camundongos, o material melhorou a cicatrização de feridas e regeneração de apêndices da pele, como folículos pilosos, e finalmente levou à regeneração do tecido da pele.

O biomaterial projetado pode se tornar um curativo multifuncional competitivo para a cicatrização de feridas infectadas por bactérias e regeneração da pele. A pesquisa fornece uma nova estratégia para o design de materiais biomédicos para medicamentos regenerativos.
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postado em 29/11/2018 21h58
Trem-bala submarino tem previso de ser implementado na China em 2025

O projeto de construção do primeiro trem-bala submarino da China foi aprovado por Pequim e a linha de alta velocidade tem previsão de ficar pronta em 2025. Com investimento estimado de US$ 3,6 bilhões (R$ 13,9 bilhões), o projeto apresentado em 2005 ligará a cidade portuária de Ningbo, ao sul de Xangai, a Zhoushan, um arquipélago na costa leste do país.

A distância é de 77 quilômetros, sendo 16,2 deles subaquáticos, e a linha será integrada aos outros terminais de alta velocidade de China.

A velocidade máxima do trem-bala submarino será de 250 quilômetros por hora. De acordo com estimativas do governo chinês, será possível percorrer os 230 quilômetros entre Hangzhou, capital da provincial de Zhejiang, a Zhoushan, em uma hora e 20 minutos. Atualmente o percurso leva quatro horas e meia.

Vale destacar que a região de Zhoushan é base para o porto com maior movimento do mundo em volume de carga. Além disso o local abrigará a primeira fábrica internacional da Boeing, que tem previsão para iniciar as operações no fim deste ano.

As Ilhas Shengsi no Arquipélago de Zhoushan são declaradas oficialmente como uma Área Nacional da China.
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postado em 21/11/2018 18h42
So Paulo supera Washington, Roma e Lisboa em lista com as cidades de primeiro mundo
(Foto: Prefeitura de São Paulo)

São Paulo superou as capitais Washington, Roma e Lisboa na lista das cidades de primeiro nível do mundo de acordo com o Classification of Cities 2018 publicado pela Globalization and World Cities Research Network (GaWC).

Na lista "Classificação de Cidades" elaborada desde 2000, o GaWC classifica as cidades em quatro níveis diferentes: Alfa, Beta, Gama e Suficiência. Vários fatores são levados em consideração, sendo que fatores econômicos são considerados mais importantes do que fatores culturais ou políticos neste ranking.

Cada categoria tem sub-registros como Alpha++, Alpha+, Alpha e Alpha-, indicando o lugar de cada cidade na economia global. Apenas Londres e Nova York estão no grupo Alpha++.

Veja algumas das cidades mais bem ranqueadas segundo o Classification of Cities 2018 publicado pela Globalization and World Cities Research Network (GaWC):

Alpha++
Londres e Nova York

Alpha+
Hong Kong, Pequim, Cingapura, Xangai, Sydney, Paris, Dubai e Tóquio

Alpha
Milão, Chicago, Moscou, Toronto, São Paulo, Frankfurt, Los Angeles, Madri, Cidade do México, Kuala Lumpur, Seul, Jacarta, Mumbai, Miami, Bruxelas, Taipé, Guangzhou, Buenos Aires, Zurique, Varsóvia, Istambul, Bangkok e Melbourne

Alpha-
Amsterdã, Estocolmo, São Francisco, Nova Déli, Santiago, Joanesburgo, Dublin, Viena, Montreal, Lisboa, Barcelona, ​​Luxemburgo, Bogotá, Manila, Washington, Praga, Munique, Roma, Riad, Budapeste, Houston e Shenzhen.


(Foto: Prefeitura de Shenzhen)

Cidades chinesas

Shenzhen entrou pela primeira vez na lista das principais cidades. A metrópole que pertencia ao grupo Beta em 2016 agora integra o Alpha-. É importante lembrar que em 2000, apenas cinco cidades chinesas chegaram à lista das 100 melhores: Hong Kong, Xangai, Pequim, Taipé e Cantão. Agora são 11. Levando em conta as categorias Alfa, Beta e Gama, o número aumenta para 23 cidades chinesas no atual levantamento.
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postado em 13/11/2018 20h58
China Hi-Tech Fair atrai mais de 3 mil expositores de 100 pases
(Foto: Divulgação/China Hi-Tech Fair)

A 20ª edição da Feira de Alta Tecnologia da China (China Hi-Tech Fair) tem início nesta terça-feira (14) no Centro de Convenções e Exposições de Shenzhen. São mais de 3 mil expositores de 100 países e regiões que apresentarão até o domingo (18) mais de 10 mil projetos.

Durante os cinco dias do evento, mais de 60 cerimônias de lançamentos de novos produtos e tecnologias serão realizadas no complexo que abrange 120 mil metros quadrados. É a primeira vez que Chile, Cuba e Peru participam da exposição que deve receber, de acordo com a organização, mais de 500 mil visitantes.

Entre as novidades mais esperadas estão o primeiro dispositivo de terapia de prótons da China desenvolvido pelo Instituto de Física Aplicada da Academia Chinesa de Ciências de Xangai, a primeira solução de condução autônoma do mundo equipada com um radar caseiro fabricado pela Shenzhen Road Star Technologies, o primeiro monitor de tinta desenvolvido pela CAS Holdings, e o primeiro LCD de 8K do mundo suportado pelas tecnologias BCE e LGZO e desenvolvido pela CSOT.

Também serão apresentadas aplicações de um sistema de reconhecimento facial de inteligência artificial, sistema de conferência inteligente, sistema de monitoramento para transporte e armazenamento de vacinas, vestiário 3D, além de câmeras 4K à prova d'água que podem ser submersas em até 150 metros.

A Feira de Cantão terminou há poucos dias e a Feira de Alta Tecnologia da China é outra oportunidade que os visitantes, principalmente brasileiros, conheçam novas tecnologias.

Como este ano é o 20º aniversário da CHTF e o 40º aniversário da reforma e abertura da China, a organização criou uma galeria do tempo para mostrar o desenvolvimento da feira nos últimos 19 anos através de histórias e fotos.
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postado em 06/11/2018 22h24
Empresrios paulistas participam de feira de importao em Xangai

Uma delegação de 120 empresários do estado de São Paulo participa da primeira Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, na sigla em inglês) que acontece em Xangai entre os dias 5 e 10 de novembro.

Liderada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), a comitiva é formada por representantes de empresas de diferentes setores, de processamento de alimentos a tecnologia aeronáutica. Desses empresários, 70 levaram produtos para expor em quatro dos cinco setores: pavilhão institucional do Brasil, alimentos e bebidas, serviços, bens de consumo e produtos de saúde.

A delegação participará de um seminário sobre cultura de negócios e questões culturais chinesas. “Queremos objetividade nas reuniões, nos focamos na concretização de negócios, tanto por venda direta como por estabelecimento de canais e redes de suprimentos. Algumas empresas também buscam acordos tecnológicos e formação de joint-ventures”, explicou José Ricardo Roriz Coelho, o 2º vice-presidente da FIESP e líder da delegação, à Xinhua.

“O que mais chama a atenção na China ao longo destas três últimas décadas é a velocidade da modernização e da profissionalização nos negócios e produtos. Não houve só agregação de valor aos produtos, mas também uma capacitação dos chineses para atuarem no comércio exterior”, avaliou Roriz, que é empresário de plásticos e petroquímicos e visita a China regularmente desde 1987.

De acordo com ele, a FIESP forneceu às empresas participantes apoio na preparação para a CIIE no último ano e vai trabalhar na exposição em cooperação com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), ligada ao Ministério das Relações Exteriores. A Apex-Brasil convidou um total de 87 empresas brasileiras para participar do CIIE, sendo 60 delas do setor de alimentos e bebidas. Produtos brasileiros como cachaça, café, pão de queijo, castanhas, itens de moda e produtos dentários estarão representados na feira, e a economia criativa será outro destaque.

José Ricardo Roriz Coelho acredita que é importante que os empresários brasileiros conheçam mais sobre a China, para que os negócios sejam agilizados. “O Brasil já exporta produtos de maior valor agregado para países como os Estados Unidos, pois os empresários já estão mais familiarizados com o país. Precisamos conhecer melhor a China para ampliarmos a pauta de exportações para a China também”, comentou.

Confira quais são as principais categorias de produtos e serviços que são expostos na primeira Exposição Internacional de Importação da China (CIIE):

Área de produtos

Equipamentos inteligentes e de ponta: Inteligência artificial e robôs, automação industrial, fábrica digital, internet das coisas, partes e componentes industriais, equipamentos de informática e comunicação, equipamentos de proteção e conservação de energia, equipamentos elétricos para novas energias, equipamentos para tecnologias aeroespaciais, tecnologia de transmissão e equipamentos de controle de energia, impressão 3D etc.

Eletrônicos e eletrodomésticos: dispositivos móveis, smart home, aparelhos inteligentes, VR e AR, videogames, produtos para esportes saudáveis, produtos de áudio, dispositivos de vídeo e HD, tecnologias de tela, jogos on-line e entretenimento doméstico, soluções e sistemas de produtos, etc.

Automóveis: Veículos e tecnologias inteligentes de condução, veículos e tecnologias inteligentes conectados, veículos e novas tecnologias, automóveis de marca etc.

Roupas e acessórios e bens de consumo: Vestuário, têxteis, produtos de seda, utensílios de cozinha, utensílios domésticos, presentes, decoração do lar, joias e ornamentos, Móveis, produtos para bebês e crianças, brinquedos, produtos para cuidados de salões de beleza, esportes e produtos de lazer, malas e bolsas, sapatos, relógios, cerâmica e produtos de vidro etc.

Alimentos e produtos agrícolas: produtos lácteos, produtos de carne, produtos aquáticos, vegetais e frutas, chá e café, bebidas e álcool, doces e lanches, saúde & bem-estar, temperos, alimentos enlatados e alimentos instantâneos etc.

Equipamentos médicos e produtos de saúde: equipamentos de diagnóstico por imagem, equipamentos e instrumentos cirúrgicos, produtos de diagnóstico in vitro, reabilitação física, suprimentos médicos de alto valor, inteligência artificial, produtos de assistência social e serviços de cuidados para idosos etc.

Área de Serviços

Serviços de Turismo: locais pitorescos, rotas e produtos turísticos, agências de turismo, linhas de cruzeiros e companhias aéreas, prêmios de turismo, serviços de turismo on-line etc.

Tecnologias emergentes: tecnologia da informação, conservação de energia e proteção ambiental, biotecnologia, instituições de pesquisa, propriedade intelectual etc.

Cultura e educação: cultura, educação, publicações, educação e treinamento, instituições educacionais no exterior e universidades etc.

Design criativo: design de arte, design industrial, software de design etc.

Terceirização: terceirização de tecnologia da informação, terceirização de processos comerciais, terceirização de processos de conhecimento etc.
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postado em 31/10/2018 00h18
Xangai planeja se tornar a cidade mais tecnolgica do mundo
(Foto: Divulgação)

Uma pesquisa realizada em conjunto pelo Instituto de Ciência de Xangai e pela editora acadêmica Springer Nature apontou que Boston, São Francisco, Londres, Nova York e Berlim são as cinco melhores cidades para atrair cientistas globais. Entre as chinesas, Xangai aparece na 16ª colocação do levantamento, seguida por Pequim, Hong Kong, Shenzhen e Hangzhou.

A pesquisa entrevistou 654 cientistas em todo o mundo para entender suas preocupações sobre onde morar, trabalhar e iniciar seu próprio negócio. Analisando a atratividade de várias cidades em relação ao talento global de inovação tecnológica de ponta, o estudo procura fornecer uma visão de Xangai para atrair mais talentos.

Xangai agora planeja se tornar a cidade mais tecnológica do planeta. Li Qiang, chefe do Partido em Xangai, afirmou em seu discurso na cerimônia de abertura do Fórum de Inovação de Pujiang que "um centro global de inovação tecnológica deve ter as instalações e os elementos que nenhuma outra cidade tem".

Segundo Li, esforços serão feitos para garantir que a cidade esteja equipada com elementos gerais para inovação tecnológica, incluindo pesquisa e desenvolvimento fundamentais, talentos de ponta, ambiente inovador, políticas abertas e de apoio e infraestrutura e instalações de última geração.

"Tecnologia e talento são cruciais para a competitividade de uma nação, e a inovação tecnológica é fundamental para o crescimento econômico de alta qualidade da China", completou Wang Zhigang, chefe do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A maioria dos cientistas entrevistados têm uma visão positiva das perspectivas de Xangai para se tornar uma cidade global de inovação, com 24% deles acreditando que a cidade se tornará a 5ª maior na próxima década, outros 41% prevendo o ranking de Xangai subir para entre 6 e 10 nos próximos 10 anos e 32% pensando que a cidadeterá uma classificação melhor, mas com pouca chance de ser listado como uma cidade entre as Top 10.
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postado em 23/10/2018 22h51
China inaugura maior ponte martima do mundo

Nove anos após o início da construção, a maior ponte marítima do mundo foi inaugurada pelo presidente chinês Xi Jinping nesta terça-feira (23). A estrutura que custou US$ 20 bilhões (cerca de R$ 73,7 bilhões) abrange 55 km, incluindo as estradas de acesso, e liga Hong Kong a Macau e à cidade chinesa de Zhuhai.

Apesar de toda a pompa, é importante lembrar que o prazo inicial de conclusão da ponte era em 2016, mas acabou postergado devido à escassez de mão de obra e de materiais de construção. A morte de pelo menos 18 trabalhadores e os "sérios danos" à vida marinha em seu entorno geraram muitas críticas. A construção, inclusive, recebeu o apelido de "ponte da morte".

A ponte foi construída usando 400 mil toneladas de aço e projetada para resistir a terremotos e tufões. O plano do governo chinês é criar uma Grande Área de Baía, incluindo Hong Kong, Macau e outras nove cidades no sul da China - área habitada por mais de 68 milhões de pessoas.

De acordo com as autoridades chinesas, a ponte vai gerar até US$ 5,31 trilhões (R$ 19,6 trilhões) para a economia local. Já uma estimativa da BBC Chinesa aponta que a estrutura só vai gerar arrecadação de cerca de US$ 86 milhões (R$ 317 milhões) em pedágios por ano.

Lembrando que aqueles que querem atravessar a ponte devem obter licenças especiais distribuídas por um sistema de cotas. Todos os veículos pagam um pedágio e a ponte não é atendida por transporte público, mas ônibus privados farão o percurso. Também não existe ligação ferroviária.
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postado em 15/10/2018 19h13
Feira de Canto, a maior da sia, comea com expectativa de movimentar R$ 112 bilhes
(Foto: Divulgação/Canton Fair)

Outubro é um dos meses mais aquecidos economicamente na China pois é quando acontece a edição de outono da Canton Fair. A 124ª edição da Feira de Cantão (Canton Fair) será realizada entre os dias 15 de outubro e 4 de novembro, em Guangzhou.

A Feira de Cantão acontece em um dos maiores centros de exposições do mundo. É uma feira multisetorial que engloba todo o tipo de produto e acontece em 4 fases. A primeira é voltada a produtos eletrônicos e produtos acabados. 

Para se ter uma ideia, não dá para visitar todos os estandes em cinco dias pois a feira é imensa e é impossível andar por toda ela. Por este motivo é imprescindível ter um direcionamento feito por uma empresa especializada.

Fundada na primavera de 1957, a Canton Fair é considerada a maior feira de importação e exportação da Ásia. Para se ter uma ideia da grandiosidade, o complexo da feira abrange uma área de 1,1 milhão de metros quadrados, o equivalente a mais de 100 campos de futebol. São mais de 200 mil compradores de mais de 210 países para visitar os 60 mil estandes. 

(Foto: Divulgação/Canton Fair)

A zona de exportação da Canton Fair é composta por mais de 20 mil empresas de comércio externo, fábricas, instituições de investigação científica, além de companhias com investimento externo, único e privado. Em 2018, a expectativa é que a feira movimente mais de US$ 30 bilhões (mais de R$ 112 bilhões) em negócios.

Tendo participado da Feira de Cantão em diversas ocasiões desde 2005, posso dizer que essa é uma oportunidade única de encontrar, em um só lugar, inúmeras novidades em produtos de diferentes setores da indústria e fazer importantes conexões de negócios. Após quase 60 anos de desenvolvimento, a feira é hoje uma das mais importantes ferramentas para a promoção e expansão do comércio internacional chinês em todo o mundo e a participação dos brasileiros na feira já é tradicional. 

A cada ano que passa milhares de empresários vêm do Brasil e diversos países do mundo para a China na busca de novos fornecedores e parceiros para seus negócios e com os avanços econômicos entre os dois países é possível esperar que essa busca se torne ainda mais frequente.
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postado em 08/10/2018 21h34
China prev teste de CityAirbus que far transporte areo urbano
(Foto: Divulgação)

A China provará mais uma vez sua veia inovadora ao ser o primeiro país a testar o CityAirbus, veículo eVTOL autopilotado e projetado para o transporte aéreo urbano. A empresa Airbus Helicopters pretende realizar os primeiros testes ainda este ano, provavelmente em dezembro. 

Alimentado por bateria, o CityAirbus poderá decolar verticalmente e aterrissar em praticamente qualquer lugar em um ambiente urbano. De acordo com seus desenvolvedores, será um bom caminho para aliviar o congestionamento do tráfego da cidade.

Ele é projetado para transportar até quatro passageiros em megacidades congestionadas para destinos importantes, como aeroportos ou estações ferroviárias, de forma rápida, acessível e ecologicamente correta.

A Airbus, uma das principais fabricantes de aeronaves comerciais do mundo, disse que a configuração inovadora da hélice de quatro dutos contribui significativamente para a segurança e o baixo nível de ruído.

"Agora temos uma melhor compreensão do desempenho do inovador sistema de propulsão elétrica da CityAirbus, que continuaremos a amadurecer com testes rigorosos, enquanto iniciamos a montagem do voo CityAirbus em grande escala", afirma Marius Bebesel, engenheiro-chefe da CityAirbus.

Ele revela que os primeiros estudos sobre o CityAirbus começaram em 2015: "Estávamos observando a rápida mudança em todas as áreas, impulsionada pela digitalização e novas tecnologias, como propulsão elétrica, veículos autônomos e outros. Investigamos a maneira como as pessoas viajam pode ser afetada (por esses desenvolvimentos) e descobrimos a área da mobilidade aérea urbana. Chegamos à conclusão de que o eVTOL pode ser uma chave para a mobilidade futura em um ambiente urbano".

"Ao mesmo tempo, estamos trabalhando com autoridades de aviação para estabelecer uma regulamentação para a certificação de tais veículos e a gestão do tráfego aéreo de mobilidade aérea urbana. Tais regulamentos não estão em vigor hoje”, completa Bebesel.

Enquanto a Airbus Helicopters é apenas uma das muitas empresas que trabalham em veículos voadores, o engenheiro-chefe da CityAirbus diz que vários países estão mostrando um grande interesse neste projeto, embora ele tenha se recusado a nomeá-los.

Vale lembrar que a China é uma das maiores operadoras de aeronaves comerciais da Airbus no mundo.
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