TAÇA DAS FAVELAS FREE FIRE ANUNCIA RETORNO EM FORMATO MAIOR COM APOIO DO ITAÚ UNIBANCO E LOUD

Publicada: 24/09/2021 - 15:45


A nova edição do maior torneio de eSports entre favelas do mundo chega com muitas novidades, apadrinhagem da LOUD e mais de R$ 100 mil em premiações
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Foto: Divulgação

Taça das Favelas Free Fire, maior torneio de Free Fire entre favelas do mundo, acaba de anunciar seu retorno com uma temporada ainda maior. Baseado no popular jogo para celulares, a edição 2021 do campeonato criado e promovido pela Favela Esporte, empresa do grupo Favela Holding, em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas), prevê um volume de inscrições de mais de 200 mil jogadores e contará com 1296 seleções de favelas de todos os estados do Brasil. A premiação total esse ano será superior a R$100 mil, além de um bootcamp com a Loud para o time vencedor.

O projeto agora conta com o Itaú como patrocinador oficial, que viabilizará diversas ações para promover o torneio e dará suporte aos times envolvidos, incluindo distribuição de chips de conexão de internet para todas as equipes que avançarem para as etapas estaduais, em um projeto inédito de inclusão digital e uma série de conteúdos sobre educação financeira e empreendedorismo no mundo dos games através de um bot de whatsapp. A LOUD, uma das organizações de eSports mais relevantes do momento, também participa do projeto como parceira oficial, apadrinhando o torneio e trazendo conteúdos inéditos sobre a Taça das Favelas Free Fire, além de promover um grande showmatch com os finalistas. 

A parceria do Itaú com a CUFA, Loud e a Taça das Favelas é parte da campanha #IssoMudaOGame, movimento iniciado pelo banco para se aproximar do universo gamer e promover a transformação e impacto social por meio dos eSports.  “Queremos nos conectar cada vez mais com as novas gerações, daí a aproximação com a comunidade dos gamers. E o relacionamento que estamos construindo com esse público começa com duas perguntas fundamentais: o que podemos aprender e o que podemos fazer para ajudar a transformar a vida dessas pessoas para melhor?”, diz Eduardo Tracanella, diretor de Marketing Institucional do Itaú. “É um processo que começa com escuta e o convite para a cocriação”, acrescenta. 

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Foto: Divulgação

As inscrições já estão abertas no site oficial do evento e as favelas interessadas em participar poderão manifestar interesse através de um formulário, onde posteriormente poderão ser selecionadas pelas CUFAs para habilitar a inscrição de jogadores que desejam participar. A competição então seguirá para um formato estadual, onde as favelas vencedoras avançam para a etapa nacional. As inscrições de jogadores poderão ser feitas a partir do dia 29 de setembro e encerram no dia 13 de outubro.

“A Taça das Favelas foi um enorme sucesso na sua primeira edição de Free Fire. Agora temos novos parceiros, que nos ajudarão a fazer um campeonato ainda melhor”, projetou Marcus Vinícius Athayde, idealizador e diretor da Taça das Favelas Free Fire.

Uma das grandes novidades desta edição da Taça das Favelas Free Fire é a de que os segundos colocados de cada região terão uma nova chance de avançar em uma fase de repescagem, até formarem os 36 times que seguem para a etapa nacional. A final do campeonato está programada para acontecer no dia 4 de dezembro

“Mais uma vez, vamos fazer história. Com tantos parceiros grandes e de credibilidade, esta edição da Taça das Favelas Free Fire tem tudo para ser gigante. Fazer coisas grandiosas e históricas já é praxe da Taça das Favelas, seja no campo ou no eletrônico”, celebrou Celso Athayde, idealizador da Taça das Favelas e CEO da Favela Holding.

A coprodução da Taça das Favelas Free Fire este ano fica a cargo da empresa LNK Gaming, e as etapas decisivas do torneio, assim como o showmatch com a LOUD, serão transmitidas ao vivo nos canais oficiais da Taça das Favelas Free Fire e nos canais oficiais da Garena, parceira do projeto. As inscrições das favelas, que podem ser realizadas através do site oficial do torneio, ficarão abertas até o dia 28 de setembro

“Estamos empolgados em ajudar os jovens a se conectarem com a produção de conteúdo, contando suas próprias histórias, além de receberem dicas de profissionais. Já o bootcamp ajudará os jogadores a treinarem em nível de competitivo profissional, os auxiliando a melhorarem suas jogabilidades e, quem sabe, identificar novos talentos para os torneios oficiais”, enfatiza Bruno Bittencourt, CEO da Loud. 

A DRUID, agência especialista em Business to Gamer que atende o Itaú, foi responsável pela criação e desenvolvimento da campanha que irá ao ar para promover o campeonato e mostrar a novidade sobre o novo patrocinador da iniciativa.

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Foto: Divulgação

Pesquisa “Taça das Favelas Free Fire”: jogadores veem os eSports como meio de ascensão social e 96% querem se tornar profissionais

Com o objetivo de traçar o perfil dos participantes e os impactos sociais do torneio sobre as comunidades, o Itaú, a CUFA e o instituto DATAFAVELA realizaram entre os últimos dias 10 e 13 de setembro a pesquisa “Taça das Favelas FREE FIRE”, que ouviu 1.180 pessoas de todos os estados do país. Além do perfil socioeconômico, o levantamento revelou quais são os sonhos e maiores desafios enfrentados por esses jovens no universo dos games. As principais conclusões:

– 96% declaram que gostariam de ser jogadores profissionais e, para 29% deles, este é o maior sonho da vida (mais do que a compra da casa própria); atualmente, apenas 4% têm renda fixa a partir dos games

– O celular é o principal device de acesso para 98% dos jogadores e 79% já deixaram de jogar por falta de dados ou problemas de conexão

– A jornada para se tornar um gamer profissional é repleta de desafios. Um em cada quatro citam a falta de oportunidades, como participar de campeonatos, obter visibilidade ou patrocínio, como a maior dificuldade; outros 22% apontam a baixa qualidade de equipamentos e das conexões à internet

– 73% afirmam que participaram do Taça das Favelas Free Fire mais por motivos profissionais do que pessoais

– 94% dizem que a Taça das Favelas mostrou que o eSports pode ser uma oportunidade profissional (97% entre quem joga todo dia | 86% entre quem não joga todo dia)

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